quinta-feira, 2 de julho de 2026

🖤 HOMENAGEM ÀS CINCO VÍTIMAS FATAIS DA TRAGÉDIA NA BR-232, EM BELO JARDIM

Com imensa tristeza e profundo pesar, Belo Jardim e toda a região se despedem de cinco vidas que foram interrompidas de forma trágica no grave acidente ocorrido na manhã desta quarta-feira (01), na BR-232.


Entre as vítimas estão Maria Ivonete Silva Souza ("Vana"), moradora do bairro Bom Conselho; Lúcia, moradora do bairro São Pedro; Francisco Calumby de Araújo ("Kinho"), muito conhecido e querido na cidade; Luis Carlos de Lima Viana ("Luis Pedreiro"), trabalhador dedicado e morador do Sítio Muquém; e Alesson Gabriel, jovem de Tacaimbó que também teve sua vida ceifada nesta tragédia.


Cada um deles deixa uma história, uma família, amigos, sonhos e lembranças que permanecerão para sempre na memória daqueles que tiveram o privilégio de compartilhar momentos ao seu lado. A dor da despedida é imensa e se estende por toda a comunidade, que acompanha com tristeza as consequências desse acidente que chocou Pernambuco.


Neste momento de luto, nos solidarizamos com todos os familiares e amigos que enfrentam a difícil missão de lidar com uma perda tão dolorosa. Que Deus conceda força, conforto, fé e serenidade para atravessar este período de sofrimento e saudade.


Que a memória de Vana, Lúcia, Kinho, Luis Pedreiro e Alesson permaneça viva nos corações de todos que os amaram e que suas histórias jamais sejam esquecidas.


🕊️ Descansem em paz.


A TV Diário do Bitury   e TV Diário do Rio Una expressam os mais sinceros sentimentos a todas as famílias enlutadas.

🖤🙏🕊️

IMAGEM REPRODUÇÃO FEITO POR IA

REPORTAGEM: TV Diário do Bitury

quarta-feira, 1 de julho de 2026

Diário do Una homenageia Alceu Valença pelos seus 80 anos: o filho ilustre de São Bento do Una que encantou o Brasil

 

Neste 1º de julho, o Diário do Una presta uma homenagem especial a um dos maiores artistas da história da música brasileira e motivo de orgulho para todo o povo são-bentense: Alceu Paiva Valença, que celebra seus 80 anos de vida.

Nascido em São Bento do Una, no Agreste de Pernambuco, Alceu levou o nome de sua terra para os maiores palcos do Brasil e do mundo, tornando-se um dos artistas mais importantes da Música Popular Brasileira. 

Sua obra atravessa gerações, une tradição e modernidade e representa, como poucos, a riqueza da cultura nordestina.

Mais do que um cantor, Alceu Valença é um patrimônio vivo da nossa identidade cultural. Sua voz inconfundível, seu estilo irreverente e sua capacidade de reinventar a música nordestina fizeram dele um ícone admirado por milhões de brasileiros.

Parabéns, Alceu! Que sua arte continue iluminando corações e inspirando novas gerações.

# A trajetória de Alceu Valença: do Agreste pernambucano para o mundo

Alceu Paiva Valença nasceu em 1º de julho de 1946, em São Bento do Una, município localizado no Agreste de Pernambuco. Desde muito cedo demonstrava sensibilidade artística. Ainda criança participou de concursos de música e cresceu cercado pelas cantorias, emboladores, repentistas e violeiros que se apresentavam nas feiras da cidade. Grande parte dessa influência veio de seu avô, **Orestes Alves Valença**, poeta e violeiro, figura decisiva na formação cultural do artista. ([Wikipédia][1])


Na infância, Alceu também foi profundamente influenciado pelos grandes nomes da música nordestina, como Luiz Gonzaga, Jackson do Pandeiro e Marinês. Mais tarde, ao mudar-se para o Recife, ampliou seus horizontes musicais ouvindo Orlando Silva, Dalva de Oliveira, Little Richard, Ray Charles e outros artistas do rock e da música popular internacional. Essa mistura de referências seria a marca registrada de toda a sua carreira. ([Wikipédia][1])


## Formação e início da carreira


Apesar da paixão pela música, Alceu formou-se em Direito na tradicional Faculdade de Direito do Recife e chegou a trabalhar como advogado e jornalista. Entretanto, percebeu rapidamente que sua verdadeira vocação era a arte.

No início da década de 1970 mudou-se para o Rio de Janeiro ao lado de Geraldo Azevedo, participando de festivais universitários e iniciando uma caminhada repleta de desafios. O primeiro disco da dupla, conhecido como Quadrafônico, não alcançou sucesso comercial, mas abriu caminho para uma trajetória que transformaria a música brasileira. ([Wikipédia][1])

## O artista que reinventou a música nordestina


Alceu Valença foi um dos pioneiros na fusão dos ritmos tradicionais do Nordeste com elementos do rock, da música pop e de instrumentos elétricos.


Sua obra reúne influências de:


* Frevo;

* Maracatu;

* Baião;

* Coco;

* Caboclinho;

* Embolada;

* Repente;

* Rock psicodélico;

* Música popular brasileira.


Essa combinação inovadora fez dele um artista único, criando um estilo imediatamente reconhecível e admirado pela crítica e pelo público. ([Ebiografia][2])


## Os grandes sucessos


A partir do álbum Coração Bobo, lançado em 1980, Alceu conquistou definitivamente o Brasil.


Vieram então canções que se tornaram clássicos da música brasileira, entre elas:


* Anunciação

* La Belle de Jour

* Tropicana

* Como Dois Animais

* Coração Bobo

* Girassol

* Sol e Chuva

* Táxi Lunar

* Pelas Ruas Que Andei

* Na Primeira Manhã


Suas músicas seguem presentes nas rádios, nas plataformas digitais, no Carnaval e na memória afetiva de milhões de brasileiros. ([Wikipédia][1])


## O Grande Encontro


Em 1996, Alceu integrou um dos projetos mais marcantes da música brasileira: O Grande Encontro, ao lado de Elba Ramalho, Geraldo Azevedo e Zé Ramalho.


A turnê percorreu todo o país e originou um dos discos ao vivo mais vendidos da história da música nordestina, consolidando ainda mais sua importância artística. ([MBRTV][3])


## Cinema, literatura e reconhecimento


Além da música, Alceu também se destacou no cinema e na literatura.


Dirigiu o premiado longa-metragem A Luneta do Tempo, vencedor de reconhecimento pela trilha sonora no Festival de Gramado, e publicou o livro de poemas O Poeta da Madrugada. Também recebeu importantes premiações ao longo da carreira, incluindo diversos Prêmios Sharp, o Prêmio da Música Brasileira e indicação ao Grammy Latino. ([MBRTV][3])


Em 2019, sua trajetória foi celebrada na exposição Ocupação Alceu Valença, promovida pelo Itaú Cultural, reunindo documentos, fotografias, vídeos e objetos que contam sua história artística. ([Wikipédia][1])


## Um eterno embaixador de São Bento do Una


Mesmo reconhecido internacionalmente, Alceu Valença jamais deixou de demonstrar carinho por sua terra natal.


São Bento do Una aparece constantemente em suas entrevistas, memórias e inspirações artísticas. O município se orgulha de ter dado ao Brasil um artista que transformou as raízes do Agreste em patrimônio da cultura nacional.


Sua trajetória é a prova de que talento, identidade cultural e criatividade podem romper fronteiras sem perder as origens.


## Um legado que atravessa gerações


Após mais de cinco décadas de carreira, Alceu Valença permanece em plena atividade, realizando shows por todo o Brasil e mantendo uma relação intensa com seu público.


Sua música continua renovando-se sem abandonar as raízes nordestinas, tornando-o um dos artistas mais respeitados da história da MPB.


Hoje, ao completar 80 anos, Alceu Valença não celebra apenas mais um aniversário. Celebra uma vida dedicada à arte, à cultura e à valorização do Nordeste brasileiro.


O Diário do Una parabeniza este filho ilustre de São Bento do Una, agradecendo por transformar a cultura pernambucana em patrimônio do Brasil e do mundo.


Parabéns, Alceu Valença! Que sua voz continue ecoando por muitos anos, levando a poesia, a alegria e a força do nosso Agreste para todas as gerações.

80 🌻 na Embolada do Tempo!

Fontes:

[1]: https://pt.wikipedia.org/wiki/Alceu_Valen%C3%A7a?utm_source=chatgpt.com "Alceu Valença"

[2]: https://www.ebiografia.com/alceu_valenca/?utm_source=chatgpt.com "Biografia de Alceu Valença - eBiografia"

[3]: https://www.museudatv.com.br/biografia/alceu-valenca/?utm_source=chatgpt.com "ALCEU VALENÇA - MBRTV - Museu Brasileiro de Rádio e Televisão"


Tragédia na BR-232: grave colisão em Belo Jardim deixa cinco mortos e quatro feridos



APERTE O PLAY E VEJA IMAGENS:

Um grave acidente registrado na manhã desta quarta-feira (1º) provocou uma tragédia na BR-232, no quilômetro 172, no município de Belo Jardim, no Agreste de Pernambuco. A colisão envolveu uma motocicleta, um caminhão, uma van e um carro de passeio, resultando na morte de cinco pessoas e deixando outras quatro feridas.

De acordo com informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF), o acidente aconteceu por volta das 9h45. As informações preliminares apontam que o motociclista teria tentado realizar uma ultrapassagem em local proibido. Ao tentar evitar a colisão, o motorista do caminhão perdeu o controle do veículo, invadiu a pista contrária e atingiu frontalmente a motocicleta e a van. Na sequência, um carro de passeio que vinha logo atrás acabou colidindo na traseira da van.

As vítimas que morreram no local foram o condutor da motocicleta e quatro passageiros da van. Entre os feridos estão o motorista do caminhão, o motorista da van e dois passageiros da van, que foram socorridos para unidades de saúde da região. O motorista do carro de passeio não ficou ferido e realizou o teste do bafômetro, que apresentou resultado negativo para ingestão de álcool.



Equipes da Polícia Rodoviária Federal, Polícia Militar, Polícia Civil, Instituto de Criminalística (IC) e Instituto de Medicina Legal (IML) foram acionadas para atender à ocorrência. Os corpos foram encaminhados ao IML de Caruaru, enquanto a Polícia Civil ficará responsável pela investigação para esclarecer as circunstâncias do acidente.

A tragédia causou grande comoção em Belo Jardim e em toda a região do Agreste, reacendendo o alerta sobre a importância do respeito às normas de trânsito e da prudência nas rodovias.

🖤 O Diário do Una manifesta profundo pesar pela perda das cinco vidas e se solidariza com os familiares e amigos das vítimas, desejando também a pronta recuperação dos feridos.



📚 Memória São Bento do Una | Gilvan de Souza Lemos: o escritor que eternizou o nome de nossa terra na literatura brasileira

Hoje, 1º de julho, lembramos com respeito, admiração e saudade o nascimento de um dos maiores filhos de São Bento do Una: Gilvan de Souza Lemos, nascido em 1º de julho de 1928.

Reconhecido como um dos mais importantes escritores da literatura pernambucana e brasileira, Gilvan construiu uma trajetória marcada pelo talento, pela sensibilidade e pela dedicação à arte de escrever. Autor de 25 livros, entre romances, novelas e contos, conquistou leitores, críticos e importantes premiações ao longo de sua carreira.

Principais obras do escritor foram lançadas pela Cepe Editora

Entre suas obras mais conhecidas estão "Noturno sem Música", seu romance de estreia publicado em 1956, além dos clássicos "A Lenda dos Cem", "O Anjo do Quarto Dia", "Morte ao Invasor", "Emissários do Diabo" e "Jutaí Menino", livros que fizeram parte da formação de milhares de estudantes ao integrarem listas de vestibulares de universidades brasileiras.

Mesmo sendo considerado um escritor de personalidade discreta e extremamente tímida, Gilvan Lemos conquistou o respeito dos maiores nomes da literatura nacional. O dramaturgo Hermilo Borba Filho chegou a compará-lo ao escritor russo Fiódor Dostoiévski, enquanto o escritor Raimundo Carrero o definiu como um verdadeiro "semideus da literatura".

Em reconhecimento à sua extraordinária contribuição para a cultura pernambucana, passou a ocupar a Cadeira 26 da Academia Pernambucana de Letras (APL), coroando uma vida inteiramente dedicada aos livros.

Sua história também foi eternizada na biografia "Gilvan Lemos – O Último Capítulo", escrita pelo jornalista Thiago Corrêa, obra que resgata sua infância em São Bento do Una, sua paixão pela literatura, pelo cinema e pelos quadrinhos, além da construção de uma carreira que levou o nome de nossa cidade para todo o Brasil.

Gilvan de Souza Lemos faleceu em 1º de agosto de 2015, aos 87 anos, deixando um legado imensurável para a literatura brasileira. Hoje, permanecem a saudade, o orgulho e a gratidão por tudo o que representou para nossa cultura.

Mais do que um grande escritor, Gilvan foi um homem que transformou palavras em patrimônio cultural, mostrando ao Brasil que uma pequena cidade do Agreste pernambucano poderia revelar um dos maiores romancistas de sua geração.

São Bento do Una jamais esquecerá seu mestre das letras. Seu nome permanece vivo em cada página escrita, em cada leitor inspirado e na memória de um povo que se orgulha de sua história.

📖 Nossa eterna homenagem a Gilvan de Souza Lemos. Que sua obra continue atravessando gerações e inspirando novos escritores.

📸 Fotos: Orlando Calado.


 Gilvan em abril de 1952
Por Ney Anderson